Peço-te cuidado, meu amor,
quando o dia se pôr ensolarado
ou te fizer ver azul translúcido.
ah, desvelo também com a hora crepuscular:
lembre-se que o mesmo sol que faz o céu azul
carrega timidamente minhas carícias em tua
[dedicação
não esqueça da catarse dos nossos braços,
da brandura dos teus lábios nos meus,
tampouco do teu verbo se pondo sobre mim.
dá-me o significado da tua ação
[que me ponho aquém do teu teto.
depois me mata de amar que te morro assim,
meu amor.
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2 comentários:
nem precisa dizer que vc é um escritor e tanto....
é muito bom ler o que tu escreve...parabens mesmo!
mudou o nominho do blog...gostei.
da recusa da descrição também.
lindo.
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