quinta-feira, 1 de maio de 2008

transposição

Peço-te cuidado, meu amor,
quando o dia se pôr ensolarado
ou te fizer ver azul translúcido.

ah, desvelo também com a hora crepuscular:
lembre-se que o mesmo sol que faz o céu azul
carrega timidamente minhas carícias em tua
[dedicação

não esqueça da catarse dos nossos braços,
da brandura dos teus lábios nos meus,
tampouco do teu verbo se pondo sobre mim.

dá-me o significado da tua ação
[que me ponho aquém do teu teto.
depois me mata de amar que te morro assim,
meu amor.

2 comentários:

Anônimo disse...

nem precisa dizer que vc é um escritor e tanto....
é muito bom ler o que tu escreve...parabens mesmo!

marcio markendorf disse...

mudou o nominho do blog...gostei.
da recusa da descrição também.
lindo.